Quinta de la Rosa Tinto

QUINTA DE LA ROSA TINTO 2017

CASTAS

Variedades autóctones tradicionalmente usadas na produção de vinho do Porto: Touriga Nacional (60%), Touriga Franca (12%), Tinta Roriz (8%) e Sousão (5%). Os restantes 5% são uma mistura de castas provenientes de Vinhas Velhas. Na sua maioria, uvas A maioria da vinha de Lamelas, plantada há mais de 30 anos por Tim Bergqvist, proprietário e pai da actual gestora da Quinta de la Rosa, Sophia Bergqvist.
 

SUGESTŌES PARA PROVA

Pode ser bebido agora ou envelhecido até 5 anos.
Acompanha bem com queijos, de um modo geral, e pratos de carne.
 

NOTAS DE PROVA

Na Quinta de la Rosa procuramos fazer vinhos harmoniosos, elegantes e que expressem a vinha e as uvas (terroir) na garrafa. 
 
O calor extremo de 2017, deu origem a um La Rosa robusto e estruturado. É um vinho concentrado mas equilibrado onde não se sente qualquer excesso de maturação. Aroma intenso e difícil de definir, com fruta preta, ervas e especiarias. Na boca é rico e cheio mas vigoroso e com muita energia.
 

NOTAS DE PRODUÇÃO

Foi um ano seco, demasiado quente para a Europa e o mesmo para Portugal. Incêndios florestais devastaram o campo, pois tudo estava seco. A vindima começou mais cedo na memória viva, alguns dias depois do 600 aniversário de casamento dos meus pais - 21 de agosto. Temperaturas acima de 400 C originaram indícios de stress hídrico e alguma desidratação. As vinhas plantadas a baixa altitude e com exposição Sul foram as que sofreram mais, sendo que, as vinhas de branco por se localizarem em altitude não foram afetadas. As previsões meteorológicas não indicavam chuva - a última vez que chovera tinha sido na última semana de Junho. Uma semana mais tarde, as temperaturas desceram e promoveram uma maturação fenólica mais equilibrada, melhores aromas e maior complexidade de sabores.
 
As vinhas velhas de altitude com exposição norte, dada a amplitude térmica e que normalmente se colhem mais tarde, atingiram excelente qualidade. Os níveis de álcool tenderam a ser mais altos e a acidez mais baixa do que o normal, sem haver contudo, grandes evidências de sobrematuração. Foi um ano em que se proporcionou ter quase todas as variedades prontas a colher na mesma altura, o que levou a um desafio logístico e aumento de volume de trabalho nas duas Adegas.
 
Uma vez mais o Enólogo Jorge Moreira teve ao seu cuidado a avaliação das maturações ideais e definição do tempo de corte. Ficamos surpreendentemente satisfeitos com a qualidade global tanto dos vinhos brancos como dos tintos. 
 

QUALIDADE, SEGURANÇA-AMBIENTE

Na Quinta de la Rosa pratica-se uma agricultura sustentável, certificada pelas entidades ADVID e SATIVA. Os vinhos não contêm, não foram produzidos a partir de, e não incluem substâncias com origem em Organismos Geneticamente Modificados. Não são usados quaisquer produtos provenientes de animais.
 

MATURAÇÃO E ENGARRAFAMENTO

Este tinto fez a fermentação maloláctica e estagiou em barricas de carvalho francês, de diferentes tanoarias (François Frères, Taransaud e Seguin Moreau) durante 12 meses. Engarrafado em outubro de 2018. 
 
Disponível também meias garrafas, garrafas de 1,5 litros e de 3 litros (double magnum).

 

Envelhecimento: 
Até 5+ anos
Produçâo: 
120.000 litros
Alcool: 
14%
Acidez:
5,6 g/dm3
Acidez Volátil:
0,8 g/dm3

 

Ph: 
3,69
SO2:
61 mg/dm3
Açucar Residual:
1,4 g/dm3