Quinta de la Rosa Rosé

Quinta de la Rosa Rosé 2017

 

CASTAS

Variedades autóctones tradicionalmente usadas na produção de vinho do Porto:
40% Vinhas Velhas, 30% Touriga Nacional, 10% Touriga Franca, e 20% Tinta Roriz. 
 

SUGESTŌES PARA PROVA

Pronto a ser consumido. Excelente como um aperitivo refrescante. Dada a sua estrutura, harmoniza bem com comida: saladas, frango e outras carnes brancas. 
 

NOTAS DE PROVA

Na Quinta de la Rosa procuramos fazer vinhos harmoniosos, elegantes e que expressem a vinha e as uvas (terroir) na garrafa.
O rosé tem uma bonita cor salmão, aroma floral, fresco e muito delicado. Na boca boa fruta com notas de groselha, muito suave e leve.
 

NOTAS DE PRODUÇÃO

Foi um ano seco, demasiado quente para a Europa e o mesmo para Portugal. Incêndios florestais devastaram o campo, pois tudo estava seco. A vindima começou mais cedo na memória viva de 17 de agosto, o 60° aniversário de casamento dos meus pais. Começamos a vindima pelas uvas brancas de Bandeiras no Douro Superior e logo após iniciou-se o corte das uvas tintas. Estas vinhas de baixa altitude e com exposição a sul foram as que mais sofreram. As temperaturas acima dos 40°C trouxeram indícios de stress hídrico e alguma desidratação. Não havia previsões de chuva – a última vez que tinha chovido foi na última semana de junho. Uma semana depois de começarmos o corte das uvas, houve uma descida de temperatura, e aí o enólogo Jorge Moreira decidiu parar a vindima em Bandeiras por uma semana. A frescura marginal ajudou à maturação dando às uvas melhores aromas e mais complexidade no sabor. Terminamos a vindima em Bandeiras no dia 4 de setembro, quando normalmente se estaria a começar! 
 
Na La Rosa também se iniciou a vindima, nas partes mais quentes do Vale do Inferno, incrivelmente mais cedo – a 21 de agosto – deixando o restante para mais tarde. Geralmente nessas vinhas com capacidade para lidar com a secura e calor a colheita é feita mais tarde. Estas vinhas tendem a ser aquelas que tiveram vinhas velhas, preferivelmente Touriga Nacional, que foram expostas a norte em elevada altitude. O resfriamento também teve uma influência positiva na La Rosa e os vinhos que produzimos um pouco mais tarde são de excelente qualidade. Os níveis de álcool tenderam a ser altos e a acidez mais baixa do que normal. Houve uma pequena evidência, devido à maturação, que resultou em sabores frutados e a compotas.
Foi um ano em que tudo estava pronto para ser colhido na mesma altura – um desafio logístico, o que significou que o trabalho nas nossas duas adegas fosse árduo nessa altura. As últimas uvas foram colhidas na vinha Fausto, de elevada altitude em Lamelas, na segunda-feira 18 de setembro, 3 dias antes de se ter iniciado a vindima de 2016. Uma vez mais o enólogo Jorge Moreira teve o seu cuidado escolher a melhor data para o corte das uvas. A vindima tardia realizou-se para as uvas cuja maturação foi mais lenta, como sempre se pretende, no entanto ficamos surpreendentemente satisfeitos com a qualidade dos vinhos em geral, tanto os brancos como os tintos.
 

QUALIDADE E SEGURANÇA-AMBIENTE

Na Quinta de la Rosa pratica-se uma agricultura sustentável, certificada pelas entidades ADVID e SATIVA. Os vinhos não contêm, não foram produzidos a partir de, e não incluem substâncias com origem em Organismos Geneticamente Modificados. Não são usados quaisquer produtos provenientes de animais.
 

MATURAÇÃO E ENGARRAFAMENTO

Pelo método de “sangra”, o Quinta de la Rosa rosé é feito a partir do primeiro mosto que se obtém na feitoria do vinho do Porto Vintage. Os lagares são cheios com uvas e, antes de serem pisadas, transfere-se o “sumo” para uma cuba de inox, onde decorre a fermentação. Engarrafado em Maio de 2018.  

 

Older vintages

Envelhecimento: 
1 a 2 anos
Produçâo: 
6.600 garrafas
Alcool: 
13,5%
Acidez:
5,0 g/dm3
Acidez Volátil:
0,30 g/dm3

 

Ph: 
3,50
SO2:
110 mg/dm3
Açucar Residual:
0,6 g/dm3