© Quinta de la rosa 2013
douROSA TINTO
douROSA TINTO 2017
CASTAS
Variedades autóctones tradicionalmente usadas na produção de vinho do Porto: Touriga Nacional (52%) entre outras: Touriga Franca, Tinta Roriz, Tinto Cão (48%).
SUGESTŌES PARA PROVA
Pronto a consumir, mas com potencial para evoluir bem nos próximos 5 anos. É um vinho muito versátil: se servido mais fresco (15-16.ºC) acompanha bem pratos ligeiros; a uma temperatura mais alta (18.ºC), pratos de carne mais pesados e alguns queijos. Ideal para cozinha italiana, carnes brancas e peixes de forno.
NOTAS DE PROVA
Na Quinta de la Rosa procuramos fazer vinhos harmoniosos, elegantes e que expressem a vinha e as uvas (terroir) na garrafa.
O calor extremo de 2017, deu origem a vinhos robustos e estruturados. O douRosa é um vinho mais fácil para consumir de imediato. É mais concentrado do que o normal, fresco e elegante, sedutor no palato, mas ao mesmo tempo equilibrado e com uma frescura bonita cheia de aromas florais de frutas vermelhas, e taninos jovens.
NOTAS DE PRODUÇÃO
Foi um ano seco, demasiado quente para a Europa e o mesmo para Portugal. Incêndios florestais devastaram o campo, pois tudo estava seco. A vindima começou mais cedo na memória viva, alguns dias depois do sexagésimo aniversário de casamento dos meus pais - 21 de agosto. Temperaturas acima de 40°C originaram indícios de stress hídrico e alguma desidratação. As vinhas plantadas a baixa altitude e com exposição a Sul foram as que sofreram mais, sendo que, as vinhas de branco por se localizarem em altitude não foram afetadas. As previsões meteorológicas não indicavam chuva - a última vez que chovera tinha sido na última semana de junho. Uma semana mais tarde, as temperaturas desceram e promoveram uma maturação fenólica mais equilibrada, melhores aromas e maior complexidade de sabores.
As vinhas velhas de altitude com exposição norte, dada a amplitude térmica e que normalmente se colhem mais tarde, atingiram excelente qualidade. Os níveis de álcool tenderam a ser mais altos e a acidez mais baixa do que o normal, sem haver contudo, grandes evidências de sobrematuração. Foi um ano em que se proporcionou ter quase todas as variedades prontas a colher na mesma altura, o que levou a um desafio logístico e aumento de volume de trabalho nas duas adegas.
Uma vez mais o enólogo Jorge Moreira teve ao seu cuidado a avaliação das maturações ideais e definição do tempo de corte. Ficamos surpreendentemente satisfeitos com a qualidade global tanto dos vinhos brancos como dos tintos.
QUALIDADE E SEGURANÇA-AMBIENTE
Na Quinta de la Rosa pratica-se uma agricultura sustentável, certificada pelas entidades ADVID e SATIVA. Trabalhamos segundo os padrões fa Norma BRC – British Retail Consortium (Referencial Global para a Segurança Alimentar). Os vinhos não contêm, não foram produzidos a partir de, e não incluem substâncias com origem em Organismos Geneticamente Modificados. Não são usados quaisquer produtos provenientes de animais.
MATURAÇÃO E ENGARRAFAMENTO
Fermentado em cubas de inox a baixas temperaturas e macerações suaves.
Engarrafado em abril de 2019.

